Urbanasmelodias é a trilha musical do Urbanascidades, uma vídeo-rádio com as músicas e músicos que participam de meus blogs. Ainda em construção, mas já apresentando um pouco da diversidade de estilos que caracteriza nossos outros blogs, o URBANASCIDADES e o URBANASVARIEDADES.
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Gilberto Gil
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Gilberto Gil
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sábado, 14 de maio de 2011
reggae
Original da década de 1960, o ritmo divide-se em dois subgêneros, o "roots reggae" (raízes do reggae) e o "dancehall reggae", que é originário da década de 1970. O reggae é constantemente associado ao movimento religioso rastafari, que, de fato, influenciou muitos dos músicos apologistas do estilo reggae nas décadas de 1970 e 1980. De qualquer maneira, o reggae trata de vários assuntos, não se restringindo à cultura rastafariana, como o amor, o sexo e principalmente a crítica social.
Uma das características que podem caracterizar o reggae é a crítica social, como por exemplo cantar a desigualdade, o preconceito, a fome e muitos outros problemas sociais.
Reggae é um gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da década de 1960. Embora por vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady.
O reggae se baseia num estilo rítmico caracterizado pela acentuação no tempo fraco, conhecido como skank. O estilo normalmente é mais lento que o ska porém mais rápido que o rocksteady, e seus compassos normalmente são acentuados na segunda e na quarta batida, com a guitarra base servindo ou para enfatizar a terceira batida, ou para segurar o acorde da segunda até que o quarto seja tocado. É principalmente essa "terceira batida", sua velocidade e o uso de linhas de baixo complexas que diferencia o reggae do rocksteady, embora estilos posteriores tenham incorporado estas inovações de maneira independente.
Etimologia
A edição de 1967 "Dicionário de inglês jamaicano" lista reggae como palavra que pode significar tanto "farrapos", "roupas rasgadas" quanto "uma confusão", "uma discussão.
Como um termo musical apareceu pela primeira vez no hit de 1968 "Do the Reggay", dos Maytals, porém já era usado em Kingston, capital da Jamaica, como nome de uma dança mais lenta e de um estilo de rocksteady.
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Como declarou o artista do gênero Derrick Morgan:
Como declarou o artista do gênero Derrick Morgan:
"Não gostávamos do nome 'rock steady' ("rock constante"), então tentei algo diferente numa versão de "Fat Man". A batida foi mudada novamente, e o órgão usado para assustar. Bunny Lee, o produtor, gostou daquilo. Ele criou o som com o órgão e a guitarra base. Soava como 'reggae, reggae', e aquele nome pegou. Bunny Lee começou a usar a palavra e logo todos os músicos estavam dizendo 'reggae, reggae, reggae'.
O historiador do reggae Steve Barrow credita a Clancy Eccles a alteração do termo streggae ("mulher fácil"), do patois jamaicano, para reggae. Toots Hibbert, no entanto, disse:
Existe uma palavra que usávamos na Jamaica, 'streggae'. Se uma garota estiver passando e os caras olharem para ela e disserem 'Man, she's streggae', significa que ela não se veste bem, parece esfarrapada. As garotas diziam isso sobre os homens também. Certa manhã eu e meus dois amigos estávamos tocando, e eu disse 'OK man, let's do the reggay.' Foi apenas algo que saiu da minha boca. E então começamos a cantar 'Do the reggay, do the reggay', e criamos uma batida. As pessoas me disseram mais tarde que tínhamos dado um nome ao som. Antes daquilo as pessoas o chamavam de blue-beat e todo tipo de coisa. Agora está no Guinness World of Records.

Bob Marley teria alegado que a palavra reggae veio de um termo espanhol que se refere à "música do rei". Os comentários em To the King, uma compilação de música gospel reggae cristã, sugere que o termo viria do latim regi, "para o rei".
Precursores
Embora tenha sido influenciado fortemente pela música tradicional africana e caribenha, assim como pelo rhythm and blues americano, o reggae traça sua origem direta ao desenvolvimento progressivo do ska e do rocksteady na Jamaica da década de 1960.
O ska surgiu pela primeira vez nos estúdios da Jamaica entre os anos de 1959 e 1961, desenvolvendo-se a partir de um gênero anterior, o mento.
O ska caracteriza-se por uma linha de walking bass, ritmos acentuados da guitarra ou do piano no tempo fraco, e, por vezes, riffs jazzísticos nos metais. Além de sua imensa popularidade entre os adeptos da moda rude boy, no país, o estilo conquistou muitos adeptos entre os mods, na Grã-Bretanha, a partir de 1964. De acordo com Barrow, os rude boys começaram a tocar deliberadamente os seus discos de ska a meia velocidade, preferindo dançar mais lentamente como parte de sua imagem de durões.
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Em meados da década diversos músicos já haviam começado a tocar o ska num andamento mais lento, enfatizando a linha de baixo e os tempos fracos. O som mais lento foi chamado de rocksteady, o nome de um single de Alton Ellis. Esta fase da música jamaicana durou apenas até 1968, quando os músicos começaram a deixar ainda mais lento os andamentos das músicas, e lhes acrescentaram ainda mais efeitos; isto levou à criação do reggae.
História
A mudança do rocksteady para o reggae foi ilustrada pelo shuffle de órgão cujo pioneiro foi Bunny Lee, destaque nos singles de transição entre os dois gêneros, "Say What You're Saying" (1967), de Clancy Eccles, e "People Funny Boy" (1968), de Lee "Scratch" Perry.
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A faixa de 1967 dos Pioneers, "Long Shot Bus' Me Bet", já foi identificada como o exemplo mais antigo do novo ritmo que ficaria conhecido como reggae. No início de 1968 as primeiras gravações de reggae foram feitas: "Nanny Goat", de Larry Marshall, e "No More Heartaches", dos Beltones. O hit de 1968 "Hold Me Tight", do artista americano Johnny Nash, recebeu o crédito de ter colocado o reggae pela primeira vez nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. O reggae começou a aparecer também no rock; um exemplo de canção do gênero que tinha uma levada de reggae foi "Ob-La-Di , Ob-La-Da", dos Beatles, de 1968.
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A faixa de 1967 dos Pioneers, "Long Shot Bus' Me Bet", já foi identificada como o exemplo mais antigo do novo ritmo que ficaria conhecido como reggae. No início de 1968 as primeiras gravações de reggae foram feitas: "Nanny Goat", de Larry Marshall, e "No More Heartaches", dos Beltones. O hit de 1968 "Hold Me Tight", do artista americano Johnny Nash, recebeu o crédito de ter colocado o reggae pela primeira vez nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. O reggae começou a aparecer também no rock; um exemplo de canção do gênero que tinha uma levada de reggae foi "Ob-La-Di , Ob-La-Da", dos Beatles, de 1968.
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The Wailers, uma banda fundada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer em 1963, geralmente é tido como o grupo mais conhecido mundialmente a ter feito a transição por todos os três estágios da evolução do reggae - desde hits de ska como "Simmer Down", para o rocksteady mais lento, até o reggae. Além do Wailers, outros pioneiros importantes do gênero foram Prince Buster, Desmond Dekker, Jackie Mittoo, entre outros.
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The Wailers, uma banda fundada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer em 1963, geralmente é tido como o grupo mais conhecido mundialmente a ter feito a transição por todos os três estágios da evolução do reggae - desde hits de ska como "Simmer Down", para o rocksteady mais lento, até o reggae. Além do Wailers, outros pioneiros importantes do gênero foram Prince Buster, Desmond Dekker, Jackie Mittoo, entre outros.
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Os produtores jamaicanos foram influentes no desenvolvimento do ska para o rocksteady e o reggae na década de 1960. Alguns dos mais célebres produtores foram Coxsone Dodd, Lee "Scratch" Perry, Leslie Kong, Duke Reid, Joe Gibbs e King Tubby. Um destes primeiros produtores foi Chris Blackwell, fundador da Island Records em 1960, que se mudou para a Inglaterra em 1962, onde continuou a promover a música de seu país, formando uma parceria com a Trojan Records, fundada por Lee Gopthal em 1968, e que lançou obras de reggae no Reino Unido até 1974, quando foi comprada pela Saga.
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Os produtores jamaicanos foram influentes no desenvolvimento do ska para o rocksteady e o reggae na década de 1960. Alguns dos mais célebres produtores foram Coxsone Dodd, Lee "Scratch" Perry, Leslie Kong, Duke Reid, Joe Gibbs e King Tubby. Um destes primeiros produtores foi Chris Blackwell, fundador da Island Records em 1960, que se mudou para a Inglaterra em 1962, onde continuou a promover a música de seu país, formando uma parceria com a Trojan Records, fundada por Lee Gopthal em 1968, e que lançou obras de reggae no Reino Unido até 1974, quando foi comprada pela Saga.
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O filme The Harder They Come, de 1972, com Jimmy Cliff, gerou popularidade e um interesse considerável para o reggae nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo; o cover de 1974 da canção "I Shot the Sheriff", de Bob Marley, feita pelo guitarrista inglês Eric Clapton, ajudou a trazer o reggae ainda mais para o mainstream.
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O filme The Harder They Come, de 1972, com Jimmy Cliff, gerou popularidade e um interesse considerável para o reggae nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo; o cover de 1974 da canção "I Shot the Sheriff", de Bob Marley, feita pelo guitarrista inglês Eric Clapton, ajudou a trazer o reggae ainda mais para o mainstream.
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A partir da metade da década de 1970 o reggae começou a obter cada vez mais tempo de execução nas rádios do Reino Unido, especialmente no programa de John Peel. A chamada "Era de Ouro do Reggae" corresponde aproximadamente ao dias de glória do roots reggae, o chamado "reggae de raiz". Na segunda metade da década a cena punk do país começou a se formar, e alguns DJs de punk costumavam tocar canções de reggae durante suas apresentações. Algumas bandas de punk incorporaram influências do reggae em sua música, e ao mesmo tempo o gênero começou a passar por uma espécie de renascimento no Reino Unido, que prosseguiu até a década seguinte, exemplificado por grupos como Steel Pulse, Aswad, UB40 e Musical Youth. Entre outros artistas de reggae que gozaram de um destaque internacional no início da década de 1980 estão Third World, Black Uhuru e Sugar Minott. Os Prêmios Grammy introduziram a categoria de melhor álbum de reggae em 1985.
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Reggae no Brasil
Reggae no Brasil
Foi na região norte do Brasil que o reggae entrou com mais força. No estado do Maranhão, principalmente na capital São Luís, é comum a organização de festas ao som de reggae. Na década de 1970, músicos como Gilberto Gil e Jorge Ben Jor são influenciados pelo estilo musical jamaicano. Na década de 1980, é a vez do rock se unir ao gênero da Jamaica, nas letras do grupo Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, surgem vários músicos e bandas. Podemos citar como exemplo : Cidade Negra, Alma D'Jem, Tribo de Jah, Nativus e Sine Calmon & Morro Fumegante.
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Na década de 1990, surgem vários músicos e bandas. Podemos citar como exemplo : Cidade Negra, Alma D'Jem, Tribo de Jah, Nativus e Sine Calmon & Morro Fumegante.
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sábado, 7 de maio de 2011
O Festival dos Festivais (1965 a 1985)
Recontar a história dos festivais de música popular brasileira é contar um pouco da nossa história musical. Muitos dos ícones que reverenciamos atualmente iniciaram nos festivais. Procurei reunir as informações e vídeos disponíveis na internet para remontar o caleidoscópio dos festivais, desde o I Festival de Música Popular Brasileira em 1966 até o Festival dos Festivais em 1985. Muitas lacunas não foram preenchidas, mas fica a lembrança para os que viveram esta época e a história para os que não tiveram a oportunidade.
I Festival de Música Popular Brasileira
Local: Guarujá, São Paulo
Local: Guarujá, São Paulo
Data: Abril 1965
Classificação:
1º Lugar: Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) - Intérprete: Elis Regina
2º Lugar: Valsa do Amor Que Não Vem (Baden Powell e Vinicius de Moraes) - Intérprete: Elizete Cardoso
O primeiro festival realizado foi o da TV Excelsior de São Paulo que aconteceu em Guarujá, durante o mês de abril de 1965 e teve como finalistas as músicas: "Arrastão", de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, interpretada por Elis Regina (1º lugar): "Valsa do Amor Que Não Vem", de Baden Powell e Vinícius de Moraes, interpretada por Eliseth Cardoso (2º lugar); "Eu Só Queria Ser", de Vera Brasil e Míriam Ribeiro, interpretada por Claudete Soares (3º lugar); "Queixa", de Sidney Miller, Zé Keti e Paulo Tiago, interpretada por Ciro Monteiro (4º lugar); "Rio do Meu Amor", de Billy Blanco, interpretada por Wilson Simonal (5º lugar).
Festival Nacional de Música Popular Brasileira
Data: Junho 1966
Data: Junho 1966
Classificação:
1º Lugar: Porta-Estandarte (Geraldo Vandré e Fernando Lona) - Intérpretes: Tuca e Airto Moreira
2º Lugar: Inaê (Vera Brasil e Maricene Costa) - Intérprete: Nilson
e o segundo aconteceu logo no ano seguinte, no mês de junho, tendo por finalistas: "Porta-estandarte", de Geraldo Vandré e Fernando Lona, interpretada por Tuca e Airto Moreira (1º lugar);"Inaê", de Vera Brasil e Maricene Costa, interpretada por Nilson (2º lugar); "Chora Céu", de Adilson Godói e Luís Roberto, interpretada por Cláudia (3º lugar); "Cidade Vazia", de Baden Powell e Lula Freire, interpretada por Milton Nascimento (4º lugar); "Boa Palavra", de Caetano Veloso, interpretada por Maria Odete (5º lugar).
Festivais na TV Record
II Festival de Música Popular Brasileira
Local: Teatro Record
Local: Teatro Record
Data: Setembro e Outubro 1966
Prêmio Viola de Ouro
Classificação:
1º Lugar: A Banda (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e Nara Leão
Disparada (Geraldo Vandré e Teo de Barros) - Intérpretes: Jair Rodrigues, Trio Maraiá e Trio Novo
2º Lugar: De Amor ou Paz (Luís Carlos Paraná e Adauto Santos) - Intérprete: Elza Soares
FESTIVAIS DA RECORD (1966) - Jair Rodrigues - Disparada
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Elza Soares - De amor ou paz - Festival de 1966
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Elza Soares - De amor ou paz - Festival de 1966
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III Festival de Música Popular Brasileira
III Festival de Música Popular Brasileira
Ainda no ano de 1966, durante os meses de setembro e outubro, realizar-se-ia mais um festival, desta vez pela TV Record, também de São Paulo, cujas finalistas foram: "A Banda", de Chico Buarque, interpretada por Chico Buarque e Nara Leão (1º lugar); "Disparada", de Geraldo Vandré e Theo de Barros, interpretada por Jair Rodrigues, Trio Maraiá e Trio Novo (também em 1º lugar); "De Amor ou Paz", de Luís Carlos Paraná e Adauto Santos, interpretada por Elza Soares (2º lugar); "Canção para Maria", de Paulinho da Viola e Capinam, interpretada por Jair Rodrigues (3º lugar), "Canção de Não Cantar", de Sérgio Bittencourt, interpretada por MPB-4 (4º lugar); "Ensaio Geral", de Gilberto Gil, interpretada por Elis Regina (5º lugar).
"O FESTIVAL DA VIRADA"
Local: Teatro Paramount
Local: Teatro Paramount
Data: Outubro 1967
Prêmio Sabiá de Ouro
Classificação:
1º Lugar: Ponteio (Edu Lobo e Capinam) - Intérpretes: Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo
2º Lugar: Domingo no Parque (Gilberto Gil) - Intérpretes: Gilberto Gil e Os Mutantes
3º Lugar: Roda Viva (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e MPB-4
4º Lugar: Alegria, Alegria (Caetano Veloso) - Intérpretes: Caetano Veloso e Beat Boys
5° Lugar: Maria, Carnaval e Cinzas (Luiz Carlos Paraná) - Intérpretes: Roberto Carlos
6° Lugar: Gabriela (Francisco Maranhão) - Intérpretes: MPB-4
Melhor Intérprete: Elis Regina - O Cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta)
Momento Marcante do III Festival de MPB
Beto Bom de Bola (Sérgio Ricardo) - Intérprete: Sérgio Ricardo
Abertura do III Festival de MPB
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Elis Regina - O Cantador - Melhor Intérprete do Festival de MPB de 1967 - TV Record
MPB-4 - Gabriela - Festival de 1967
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Bis de Ponteio no Festival de MPB 1967 e entrevistas - TV Record
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Em 1967, realizou-se no Teatro Paramount, o III Festival de Música Popular Brasileira, o mais famoso entre todos registrados no Brasil, o que maior sucesso alcançou e o que maior número de compositores novos deu à música popular. Foram suas finalistas: "Ponteio", de Edu Lobo e Capinam, interpretada por Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo (1º lugar); "Domingo no Parque", de Gilberto Gil, interpretada por Gilberto Gil e Os Mutantes (2º lugar); "Roda Viva", de Chico Buarque, interpretada por Chico Buarque e MPB-4 (3º lugar); "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso, interpretada por Caetano Veloso e Beat Boys (4º lugar); "Maria, Carnaval e Cinzas", de Luís Carlos Paraná, interpretada por Roberto Carlos e O Grupo (5º lugar).
Em 1967, realizou-se no Teatro Paramount, o III Festival de Música Popular Brasileira, o mais famoso entre todos registrados no Brasil, o que maior sucesso alcançou e o que maior número de compositores novos deu à música popular. Foram suas finalistas: "Ponteio", de Edu Lobo e Capinam, interpretada por Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo (1º lugar); "Domingo no Parque", de Gilberto Gil, interpretada por Gilberto Gil e Os Mutantes (2º lugar); "Roda Viva", de Chico Buarque, interpretada por Chico Buarque e MPB-4 (3º lugar); "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso, interpretada por Caetano Veloso e Beat Boys (4º lugar); "Maria, Carnaval e Cinzas", de Luís Carlos Paraná, interpretada por Roberto Carlos e O Grupo (5º lugar).
3º Festival de MPB TV Record 1967- Caetano - alegria alegria
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1967 Domingo No Parque III Festival de MPB da TV Record
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1967 Domingo No Parque III Festival de MPB da TV Record
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Geraldo Vandré canta "Aroeira" - 1967
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Durante os meses de novembro e dezembro de 1968, acontecia no Teatro Record o IV Festival de Música Popular Brasileira, que teve como vitoriosas do júri especial e do júri popular, respectivamente: "São Paulo, Meu Amor", de Tom Zé, interpretada por Tom Zé (1º lugar); "Memórias de Marta Saré", de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, interpretada por Edu Lobo e Marília Medalha (2º lugar); "Divino Maravilhoso", de Caetano Veloso, interpretada por Gal Costa (3º lugar); "Dois Mil e Um" de Rita Lee e Tom Zé, interpretada por Os Mutantes (4º lugar); "Dia da Graça", de Sérgio Ricardo, interpretada por Sérgio Ricardo e Modern Tropical Quintet (5º lugar); "Benvinda", de Chico Buarque, interpretada por Chico Buarque (1º lugar); "Memórias de Marta Saré" (2º lugar); "A Família", de Chico Anísio e Ari Toledo, interpretada por Jair Rodrigues (3º lugar); "Bonita", de Geraldo Vandré e Hilton Accioly, interpretada por Trio Maraiá (4º lugar); "São Paulo, Meu Amor" (5º lugar).
Tom Zé - São, São Paulo(completa)
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Bienal do Samba
Local:
Data: Maio 1968
Classificação:
1° Lugar: Lapinha (Baden Powell e Paulo César Pinheiro) - interprete: Elis Regina e Os Originais do Samba
2° Lugar: Bom Tempo (Chico Buarque)
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IV Festival de Música Popular Brasileira
IV Festival de Música Popular Brasileira
Local: Teatro Record
Data: Novembro e Dezembro 1968
Júri Especial e Júri Popular
Classificação:
1º Lugar (Júri Especial) e 5º lugar (Júri Popular): São, São Paulo Meu Amor (Tom Zé) - Intérprete: Tom Zé
1º Lugar (Júri Popular): Benvinda (Chico Buarque) - Intérprete: Chico Buarque
2º Lugar (Júri Especial) e 2º Lugar (Júri Popular): Memórias de Marta Saré (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri) - Intérpretes: Edu Lobo e Marília Medalha
3º Lugar (Júri Especial): Divino Maravilhoso (Caetano Veloso e Gilberto Gil) - Intérprete: Gal Costa
4º Lugar (Júri Especial): Dois Mil e Um (Rita Lee e Tom Zé) - Intérprete: Os Mutantes
Durante os meses de novembro e dezembro de 1968, acontecia no Teatro Record o IV Festival de Música Popular Brasileira, que teve como vitoriosas do júri especial e do júri popular, respectivamente: "São Paulo, Meu Amor", de Tom Zé, interpretada por Tom Zé (1º lugar); "Memórias de Marta Saré", de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, interpretada por Edu Lobo e Marília Medalha (2º lugar); "Divino Maravilhoso", de Caetano Veloso, interpretada por Gal Costa (3º lugar); "Dois Mil e Um" de Rita Lee e Tom Zé, interpretada por Os Mutantes (4º lugar); "Dia da Graça", de Sérgio Ricardo, interpretada por Sérgio Ricardo e Modern Tropical Quintet (5º lugar); "Benvinda", de Chico Buarque, interpretada por Chico Buarque (1º lugar); "Memórias de Marta Saré" (2º lugar); "A Família", de Chico Anísio e Ari Toledo, interpretada por Jair Rodrigues (3º lugar); "Bonita", de Geraldo Vandré e Hilton Accioly, interpretada por Trio Maraiá (4º lugar); "São Paulo, Meu Amor" (5º lugar).
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V Festival de Música Popular Brasileira
Local: Teatro Record
Data: Novembro 1969
Classificação
1º Lugar: Sinal Fechado (Paulinho da Viola) - Intérprete: Paulinho da Viola
2º Lugar: Clarisse (Eneida e João Magalhães) - Intérprete: Agnaldo Rayol
2º Lugar: Comunicação (Edson Alencar e Hélio Gonçalves Mateus) - Intérprete: Vanusa
O V Festival de Música Popular Brasileira, mais uma produção da TV Record, deu-se em novembro de 1969 e nele se classificaram: "Sinal Fechado", de Paulinho da Viola, interpretada por Paulinho da Viola (1º lugar); "Clarisse", de Eneida e João Magalhães, interpretada por Agnaldo Rayol (2º lugar); "Comunicação", de Hélio Mateus e Edson Alencar, interpretada por Vanusa (3º lugar); "Gostei de Ver", de Eduardo Gudin e Marco Antônio da Silva Ramos, interpretada por Márcia e Originais do Samba (4º lugar); "Monjolo", de Dino Galvão Bueno e Milton Eric Nepomuceno, interpretada por Maria Odete (5º lugar).
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Festival Internacional da Canção (TV Rio e Rede Globo)Local: Maracanãzinho - Rio de Janeiro
Festival Internacional da Canção (TV Rio e Rede Globo)Local: Maracanãzinho - Rio de Janeiro
Prêmio Galo de Ouro (Parte Nacional)
I FIC
Emissora: TV Rio
Data: Outubro 1966
Classificação:
1º Lugar: Saveiros (Dori Caymmi e Nelson Motta) - Intérprete: Nana Caymmi
2º Lugar: O Cavaleiro (Tuca e Geraldo Vandré) - Intérprete: Tuca
3° Lugar: Dia das Rosas (Luís Bonfá e Maria Helena Toledo) No Primeiro Festival Internacional da Canção Popular, realizado em 1966, "Saveiros", de Dory Caymmi e Nelson Mota, interpretada por Nana Caymmi, ficaria com o 1º lugar;1966 - Em 1966, venceu a fase nacional do I Festival Internacional da Canção (FIC), com sua canção Saveiros (com Dori Caymmi), interpretada por Nana Caymmi. Participou da bossa nova junto com nomes como Edu Lobo e Dori Caymmi. Ajudou no desenvolvimento do rock ...Em 1966, venceu a fase nacional do I Festival Internacional da Canção (FIC), com sua canção Saveiros (com Dori Caymmi), interpretada por Nana Caymmi. Participou da bossa nova junto com nomes como Edu Lobo e Dori Caymmi. Ajudou no desenvolvimento do rock brasileiro, através de seu trabalho como jornalista em O Globo e no programa Sábado Som, pela Rede Globo. No final da década de 80 foi responsável pelo lançamento de Marisa Monte e pela produção do festival
II FIC
Emissora: TV Globo
Data: Outubro 1967
Classificação:
1º Lugar: Margarida (Gutemberg Guarabyra) - Intérprete: Gutemberg Guarabyra e Grupo Manifesto
2º Lugar: Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant) - Intérprete: Milton Nascimento
3º Lugar: Carolina (Chico Buarque) - Intérprete: Cynara e Cybele
Em 1967, no II FIC, o 1º lugar seria de "Margarida", de Gutemberg Guarabira, interpretada por Gutemberg Guarabira e Grupo Manifesto; o 2º lugar ficaria para "Travessia", de Milton Nascimento e Fernando Brant, interpretada por Milton Nascimento e "Carolina", de Chico Buarque, interpretada por Cynara e Cybele, classificar-se-ia em 3º lugar. 1967 - No II FIC, realizado em 1967, três músicas de Milton Nascimento (c/ Fernando Brant) foram selecionadas para serem apresentadas no evento ("Travessia", "Maria minha fé" e "Morro velho"), razão pela qual é citado como responsável pelo lançamento do compositor.Convidado por Augusto Marzagão, presidiu a comissão de seleção prévia das primeiras edições do Festival Internacional da Canção (FIC), com a responsabilidade de escolher os compositores que se apresentariam no Maracanãzinho (RJ). No II FIC, realizado em 1967, três músicas de Milton Nascimento (c/ Fernando Brant) foram selecionadas para serem apresentadas no evento ("Travessia", "Maria minha fé" e "Morro velho"), razão pela qual é citado como responsável pelo
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II FIC
Emissora: TV Globo
Data: Setembro 1968
Classificação:
1º Lugar: Sabiá (Chico Buarque e Tom Jobim) - Intérpretes: Cynara e Cybele
2º Lugar: Pra não Dizer que não Falei das Flores (Geraldo Vandré) - Intérprete: Geraldo Vandré
3º Lugar: Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós - Intérpretes: Beth Carvalho e Golden Boys
Momento Marcante do III FIC: É Proibido Proibir (Caetano Veloso) - Intérprete: Caetano Veloso e Os Mutantes.
Em 1968, no III FIC, "Sabiá", de Chico Buarque e Tom Jobim, interpretada por Cynara e Cybele e "Caminhando", de Geraldo Vandré, interpretada por Geraldo Vandré, arrebataram, respectivamente, os 1º e 2º lugares.1968 - Vaiado em 1968 ao apresentar a música “É proibido proibir” na eliminatória paulista do 3º Festival Internacional da Canção (FIC), Caetano gritou: "Vocês não estão entendendo nada". Dá pra imaginar a reação do público que ainda não tinha tido contato com um ...Vaiado em 1968 ao apresentar a música “É proibido proibir” na eliminatória paulista do 3º Festival Internacional da Canção (FIC), Caetano gritou: "Vocês não estão entendendo nada". Dá pra imaginar a reação do público que ainda não tinha tido contato com um artista de tamanha originalidade. Ele que com suas argolas e tamancos inspirou Ney Matogrosso, continua fazendo jus ao título de “ camaleônico”. Caê, para os íntimos (leia-se seus milhares de fãs) revolucionou na turnê
III FIC
III Festival Internacional da Canção de 1968
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Sabiá - Chico Buarque e Tom Jobim - Festival 1968
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V FIC
V FIC
Emissora: TV Globo
Data: Setembro 1969
Classificação:
1º Lugar: Cantiga por Luciana (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) - Intérprete: Evinha
2º Lugar Juliana (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar) - Intérprete: Brasuca
ntônio Adolfo e Tibério Gaspar) - Intérprete: Tony Tornado e Trio Ternura
2º Lugar: O Amor é o Meu País (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro) - Intérprete: Ivan Lins
3º lugar: Universo do Teu Corpo (Taiguara) - Intérprete: Taiguara Em 1970 chegou às finais do V Festival Internacional da Canção, com “O Amor É o Meu País” (com Ronaldo Monteiro de Souza), que conseguiu o segundo lugar. Seu primeiro grande sucesso como compositor foi com a gravação de Elis Regina para “ Madalena”, sua e ...Em 1970 chegou às finais do V Festival Internacional da Canção, com “O Amor É o Meu País” (com Ronaldo Monteiro de Souza), que conseguiu o segundo lugar. Seu primeiro grande sucesso como compositor foi com a gravação de Elis Regina para “ Madalena”, sua e de Ronaldo Monteiro. A partir da segunda metade dos anos 80 passou a se dedicar mais à carreira internacional, especialmente nos Estados Unidos, onde artistas como Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald
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VI FIC
VI FIC
Emissora: TV Globo
Data: Setembro 1971
Classificação:
1º Lugar: Kyrie (Paulinho Soares e Marcelo Silva) - Intérprete: Evinha
2º Lugar: Karany Karanuê (José de Assis e Diana Camargo) - Intérprete: Trio Ternura
3º Lugar: Desacato (Antônio Carlos e Jocafi) - Intérpretes: Antônio Carlos e Jocafi
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VII FIC
Emissora: TV Globo
Data: Setembro 1972
Classificação:
1º Lugar: Fio Maravilha (Jorge Ben) - Intérprete: Maria Alcina
2º Lugar: Diálogo (Baden Powell e Paulo César Pinheiro) - Intérpretes: Tobias e Cláudia Regina
Prêmio Especial: Cabeça (Walter Franco) - Intérprete: Walter Franco
Participante do VII FIC
Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua (Sérgio Sampaio) - Intérprete: Sérgio Sampaio
Maria Alcina: Fio maravilha (VII FIC - 1972)
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Maria Alcina: Fio maravilha (VII FIC - 1972)
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Festivais de MPB
Festivais de MPB
Festival Abertura
Emissora: TV Globo
Data: Fevereiro 1975
Classificação:
1º Lugar: Como Um Ladrão (Carlinhos Vergueiro) - Intérprete: Carlinhos Vergueiro
2º Lugar: Fato Consumado (Djavan) - Intérprete: Djavan
3º Lugar: Muito Tudo (Walter Franco) - Intérprete: Walter Franco
Prêmio Melhor Trabalho de Pesquisa: Vou Danado Prá Catende (Alceu Valença) - Intérprete: Alceu Valença
Prêmio Melhor Arranjo: Porco na Festa (Hermeto Paschoal) - Intérprete: Hermeto Paschoal
Prêmio Melhor Intérprete: A Morte de Chico Preto (Geraldo Filme de Souza) - Intérprete: Clementina de Jesus
Participante do Festival Abertura: Ébano (Luiz Melodia) - Intérprete: Luiz Melodia
Festival Abertura (1975)
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Festival De MPB
Festival De MPB
Emissora: TV Tupi
Data: 1979
Classificação:
1º Lugar: Quem me Levará Sou Eu (Manduka e Dominguinhos) - Intérprete: Fagner
2º Lugar: Canalha (Walter Franco) - Intérprete: Walter Franco
3º Lugar: Bandolins (Oswaldo Montenegro) - Intérprete: Oswaldo Montenegro e José Alexandre
Participante do Festival de MPB/1979
Palco (Gilberto Gil) - Intérprete: A Cor do Som
Caetano Veloso - Dona Culpa Ficou Solteira (1979 Festival da TV Tupi)(apenas áudio)
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MPB 80
MPB 80
Emissora: TV Globo
Data: Maio 1980
Classificação:
1º Lugar: Agonia (Mongol) - Intérprete: Oswaldo Montenegro
2º Lugar: Foi Deus que Fez Você (Luiz Ramalho) - Intérprete: Amelinha
3º lugar: "A massa" (Raimundo Sodré e Antônio Jorge Portugal)), interpretada por Raimundo Sodré.
Melhor Intérprete: Porto Solidão (Zeca Bahia e Ginko) - Intérprete: Jessé
Participantes do MPB SHELL/80
Demônio Colorido (Sandra de Sá) - Intérprete: Sandra Sá
Nostradamus (Eduardo Dusek) - Intérprete: Eduardo Dusek
Mais Uma Boca (Fátima Guedes) - Intérprete: Fátima Guedes
Essa Tal Criatura (Leci Brandão) - Intérprete: Leci Brandão
campeão festival MPB 80 - AGONIA - OSWALDO MONTENEGRO
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MPB Shell 81
Emissora: TV Globo
Data: 1981
Classificação:
1º Lugar: Purpurina (Jerônimo Jardim) - Intérprete: Lucinha Lins
2º Lugar: Planeta Água (Guilherme Arantes) - Intérprete: Guilherme Arantes
3º Lugar: Mordomia (Ari do Cavaco e Gracinha) - Intérprete: Almir Guineto
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MPB Shell 82
MPB Shell 82
Emissora: TV Globo
Data: 1982
Classificação:
1º Lugar: Pelo Amor de Deus (Paulo Debétio e Paulinho Rezende) - Intérprete: Emílio Santiago
2º Lugar: Fruto do suor, (Tony Osanah e Enrique Bergen) - Intérprete: Raices de America
3º Lugar: Doce mistério (Tentação), (Tunai e Sérgio Natureza) - Intérprete:Jane Duboc
Participantes do MPB SHELL/82
Participantes do MPB SHELL/82
Dona (Sá e Guarabyra) - Intérpretes: Sá e Guarabyra
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Festival dos Festivais
Emissora: TV Globo
Data: 1985
Classificação:
1º Lugar: Escrito nas Estrelas (Arnaldo Black e Carlos Rennó) - Intérprete: Tetê Espíndola
2º Lugar: Mira Ira (Lula Barbosa - Vanderley de Castro) - Intérprete: Miriam Mirah
3º Lugar: Verde (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Netto) - Intérprete: Leila Pinheiro
Festival dos Festivais
Emissora: TV Globo
Data: 1985
Classificação:
1º Lugar: Escrito nas Estrelas (Arnaldo Black e Carlos Rennó) - Intérprete: Tetê Espíndola
2º Lugar: Mira Ira (Lula Barbosa - Vanderley de Castro) - Intérprete: Miriam Mirah
3º Lugar: Verde (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Netto) - Intérprete: Leila Pinheiro
A Última Voz do Brasil
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Tetê Espíndola - Escrito nas Estrelas
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Oswaldo Montenegro - O condor (FINAL DO FESTIVAL DOS FESTIVAIS/1985)
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Festival dos Festivais foi um dos eventos comemorativos dos 20 anos da Rede Globo de Televisão. Teve direção de Roberto Talma, produção de Vitor Paranhos e organização e produção musical de Solano Ribeiro. Foram feitas nove etapas eliminatórias antes da etapa final. A apresentação foi feita pelo jornalista Nelson Motta e a repórter Glória Maria fazia as entrevistas durante os intervalos das apresentações. As músicas escolhidas para a grande final no Ginásio do Maracanãzinho em 9 de novembro daquele ano foram Mira Ira (Nação Mel), interpretada por Lula Barbosa, Tarancón e Placa Luminosa; Verde, interpretada por Leila Pinheiro; Escrito Nas Estrelas interpretada por Tetê Espíndola; Caribe, Calibre, Amor, interpretada por Jorge Portugal e Grupo Santa Cruz; Novos Rumos, interpretada por Cida Moreira; Os Metaleiros Também Amam interpretada pela banda Língua de Trapo; O Dono Da Terra, interpretada por Os Abelhudos; Condor interpretada por Oswaldo Montenegro; Elis, Elis, interpretada por Emílio Santiago; Tempo Certo interpretada por Casinha da Roça; Vamp Neguinha, interpretada pelo grupo Zipertensão; A Última Voz Do Brasil interpretada pela banda Joelho de Porco.
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